QVISISANA
Hotelnews (05/01/2011)
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A tradicional hospitalidade mediterrânea
Repousada entre as águas cintilantes da baía de Nápoles, Capri encanta o mundo há séculos
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Se existe um lugar desejado e badalado na Itália, rodeado pelo verde-esmera lda do Mediterrâneo e de beleza serena e sedutora, este lugar é a ilha de Capri. O primeiro a descobrir os encantos de Capri foi o imperador romano Cesar Augusto no ano 29 a.C. Ele ficou tão seduzido que a quis para si. Seu sucessor, o imperador Tibério, também rendeu-se aos fascínios da ilha e construiu 12 vi lias imperiais. A Villa Jovis, a maior delas, foi residência de Tibério e de lá ele governou o Império Romano do ano 27 d.C até a sua morte, em 37d.C.
Pequena, a ilha mede 6 km de extensão por 2 km de largura e é formada por duas cidadezinhas: Capri e Anacapri. A primeira fica na parte baixa e é mais cosmopolita com muitas lojas de grife e restaurantes. Já Anacapri, que fica sobre uma colina, é mais provinciana e conserva um certo charme antigo.
A ilha convida a longas caminhadas pelas trilhas que ladeiam jardins, vinhedos e notáveis construções, desde a Villa Jovis, junto ao Monte Tibério, até a magnífica Villa San Michelle, antiga residência do médico sueco Axel Munthe - construída sobre ruínas de uma vila imperial romana que abriga uma coleção de esculturas gregas e romanas.
A costa da ilha esbanja beleza natural, como os Faraglioni - três imponentes rochedos que brotam do mar -, o Arco Naturale - formação rochosa esculpida pela natureza -, e a fascinante Grotta Azurra (Gruta Azul) - escavada na rocha pelo mar, recebe este nome devido à luz exterior que entra pela parte submersa da abertura e brilha através do azul da água do mar criando um reflexo que ilumina a caverna.
Para conhecer este fascinante cenário, há passeios de barco que dão a volta pela ilha, um tour circular conhecido como 'giro dell'isola' .
O coração de Capri é a Piazza Umberto I, mais conhecida por Piazzeta, rodeada pela Torre dell'Orologio e por vários restaurantes e cafés - local perfeito para ver o movimento num fim de tarde.
A poucos passos da Piazzeta, encontramos o tradicional Grand Hotel Qvisisana - um dos símbolos da ilha.
Este lendário hotel foi construído pelo médico britânico George Clark em 1845, originalmente como casa de repouso devido ao clima temperado do mediterrâneo.
O médico o chamou de Qvisisana que significa 'aqui se cura'. Mas foi apenas em 1868 que o prédio se converteu para hotel e, desde então, vem conquistando uma clientela fiel de todas as partes do mundo, inclusive do Brasil.
Em uma atmosfera de requintada elegância, o hotel oferece três restaurantes, além do disputadíssimo Qvisi Bar. Situado numa varanda na frente da entrada do hotel, é o lugar para ver e ser visto durante o badalado verão.
Nos 148 apartamentos, as cores que predominam na decoração são o branco e suaves tons de azul. A maioria deles oferece vista para os jardins e a piscina, com os Faraglioni ao fundo.
No jardim está o Qvisi Beauty - um espaço de 550m2 dedicado à beleza e ao bem-estar onde é possível desfrutar de rituais desintoxicantes e de relaxamento. O hotel ainda oferece piscina coberta, quadra de tênis e academia.